Solarpunk e narrativas sobre o futuro – partilhado por Emmanuel Mejía

“O mundo como o vemos, é crucial para o mundo que construímos. O que pensamos, as histórias que ouvimos e as narrativas que nos contamos compõem as nossas personalidades e criam os nossos objetivos, e por tal é de grande importância inspirarmo-nos pelo mundo que queremos e não apenas viver na influência daquilo que já existe. Este vídeo é apenas um exemplo. O Solarpunk é a utopia que pode tornar-se realidade. Além de ser importante estarmos informados e conscientes dos problemas atuais e da História, é importante também fazer tempo para mentalmente nos deixarmos inspirar pelo que pode ser, recarregar energias e imaginar, porque tudo começa aí; ir para fora da cidade e imaginar um mundo livre de poluição; olhar para o mar e imaginar o salvamento de refugiados em vez da morte e apatia destas pessoas que fogem dos seus países de origem por desespero, por necessidade extrema; imaginar o melhor nos demais, além do egocentrismo, ganância, corrupção e violência que o ser humano já mostrou ser capaz; pintar um mundo de cores em vez de deixar que as duras realidades nos tirem as nossas cores. Cuidar do nosso bem-estar mental e emocional é fundamental para uma mudança social positiva. Um mundo novo é possível. E nós iremos dar lugar a novos sistemas, em equilíbrio!”

(em resposta às discuções sobre tecnologia e liberdade) – partilhado por Mariana Camacho
“o Hassan Minhaj explica bem aquela notícia dos censos, recenseamentos e cenas do Trump” (notícia apresentado no workshop ‘Literacia para os Média) – partilhado por Mariana Camacho
Evento na Cidade (Lisboa) – MUNICÍPIO – partilhado pela Ana Salgueiro
“Visita a 28 espécies arbóreas, incluindo uma árvore classificada de interesse público – a Dracaena Draco -, com o apoio de um técnico, mediante marcação e com recurso a uma brochura cedida gratuitamente.”
Petição contra o G5 – partilha da Helena Barata Alves
‘Sombra’ episódio do podcast 99% invisible – sugestão da Mariana Camacho
‘Palácios para o Povo’ episódio do podcast 99% invisible – sugestão da Mariana Camacho
filme ‘Rivers and Tides’ (parte 2) > trabalho de Andy Goldsworthy – sugestão da Joana Rosa (clicar na imagem para ver)
filme ‘Rivers and Tides’ (parte 1) > trabalho de Andy Goldsworthy – sugestão da Joana Rosa (clicar na imagem para ver)
Land Art > Andy Goldsworthy – sugestão da Joana Rosa
Literacia Herbal nos Passeios – sugestão da Joana Rosa (clicar na imagem para ler artigo)
Stencil – sugestão da Joana Rosa
Guerrilla Gardening – sugestão de Joana Rosa
Guerrilla Gardening – sugestão de Joana Rosa
Pirografia – sugestão de Joana Rosa
Craftivismo – sugestão de Joana Rosa
Agroflorestando o mundo de falcão a trator, sugerido pelo Manuel Vicente (Prossumidores) durante o workshop “No início havia uma caixa” com Sara Rodrigues, 22 Jul 2020
Webinar “A Educação Pós-Pandemia” – Partilha de Ana Salgueiro duma intervenção inspiradora
Entrevist da Visão à socióloga e ativista Cristina Roldão
sugestão de Sara Rodrigues (clicar no texto para leitura completa)
CATALISE: Guia de Práticas de transformação; Iniciativas de Experimentação Socioecológica
projeto inland – art, agricultura e território sugerido pela Sara Rodrigues
Donella Meadows ‘alavancagem sistemática’ ou ‘leverage points’ sugerido pelo Rodrigo Camacho
Tony Wagner – sugerido durante a apresentação Movimento Escola Moderna da Helena Barbosa Camacho
sugerido pelo Helder Folgado durante a apresentação Plantei uma árvore lá no meu jardim

«Entre os catorze e os dezanove anos, fui educado num liceu agrícola da província, isolado nos campos da Itália central.
Estava lá para aprender um verdadeiro ofício. Desse modo, em vez de me consagrar ao estudo das línguas clássicas, da literatura, da história e das matemáticas, como faziam todos os meus amigos, passei a minha adolescência mergulhado em livros de botânica, de patologia vegetal, de química agrária, de cultura hortícola e de entomologia. As plantas, as suas necessidades e doenças, eram o objecto privilegiado de todo o estudo nessa escola. Esta exposição quotidiana e prolongada a seres que estavam, inicialmente, tão distantes de mim marcou de forma definitiva a minha visão do mundo. Este livro é a tentativa de ressuscitar as ideias nascidas nesses cinco anos de contemplação da sua natureza, do seu silêncio, da sua aparente indiferença a tudo o que chamamos cultura.
[…]
A planta encarna o laço mais estreito e mais elementar que a vida pode estabelecer com o mundo. O inverso também é verdadeiro: ela é o observatório mais puro para se poder contemplar o mundo na sua totalidade. Debaixo do sol ou das nuvens, misturando-se com a água e com o vento, a sua vida é uma interminável contemplação cósmica, sem dissociar os objectos e as substâncias, ou, dizendo-o de outro modo, aceitando todas as nuances, até se fundir com o mundo, até coincidir com a sua substância. Nunca compreenderemos o que é uma planta sem termos compreendido o que é o mundo.
[…]
Os seres vivos são para o mundo o que as flores são para as plantas: o seu sexo. Estamos acostumados a entender a sexualidade como um acto puramente orgânico ou uma dimensão exclusivamente biológica. Deveríamos, ao contrário, aprender a considerar a sexualidade biológica como um dos múltiplos reflexos de um fenómeno de dimensão cósmica, no qual o mundo se renova e modifica a sua consistência.
O mundo é constantemente rearmado de modo diferente, e é isso que reproduzimos sexualmente. A vida é o sexo do mundo: não alguma coisa que tenha acontecido acidentalmente e a posteriori em algum momento da sua história, mas a sua estrutura originária, o seu dinamismo identitário mais profundo.» Emanuele Coccia

fileme Honeyland – sugerido pelo Helder Folgado
Micologista Paul Stamets mencionado durante a sessão Microculturas de Rodrigo Silva
Calendário Biodinâmico, mencionado durante a sessão Microculturas de Rodrigo Silva
“um conto que li no outro dia e fez-me pensar no projeto Equilíbrio, pois é na compreensão entre todos que conseguiremos um equilíbrio e bons resultados. Em tudo na vida, se soubermos ouvir e compreender o outro demos o primeiro passo para colaborar e praticar entre-ajuda. Somo diferentes manifestações do mesmo, somos UM e cada um de nós um fio necessário na tapeçaria das soluções que procuramos dar lugar. Ouvir-nos uns aos outros e à Mãe Natureza além das palavras é fundamental para um equilíbrio.” Emmanuel Mejia
“Deixo aqui um pequeno vídeo do Martin Shaw, ecologista e contador de histórias, sobre a memória dos ossos. Isto na sequência da última conversa onde abordamos a nossa ancestralidade enquanto ilhéus, e humanos (a partir dos 2m20)” Joana Rosa




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